18.2.2008
"Em Juízo, a potência social do cinema grita, é visível e comanda as relações, os sentimentos, o real."
- Andrea França , Socine
18.2.2008
"Uma narrativa contundente e realista, mesmo com o uso da dramaticidade."
- Flávia Guerra , O Estado de São Paulo
18.2.2008
"Um registro sóbrio, esclarecedor e preocupante do sistema judiciário brasileiro."
- Silvana Arantes , Folha de São Paulo
18.2.2008
"Maria Augusta Ramos ocupa um lugar singular no cinema brasileiro... Sua câmera não arreda pé, não dá trégua, até deslindar as dimensões humana, social e política da realidade que foi buscar."
- Dorrit Harazim , Revista Piauí
18.2.2008
"... um documentário que descortina sem refresco estético o arrepiante retrato de um sistema tão sobrecarregado que oferece poucas chances de seguimento aos casos que julga. A solução encontrada para o problema da exposição dos menores foi brilhante. O que poderia ter sido um fracasso funciona maravilhosamente bem."
- Jay Weissberg , Variety
18.2.2008
"Nenhum outro diretor ou diretora, seja no documentário ou na ficção, filma hoje, no Brasil, como Maria Augusta, o indivíduo e sua relação com as instituições."
- Luiz Carlos Merten , O Estado de São Paulo
18.2.2008
"Juízo lida com a falta de juízo da sociedade e das instituições brasileiras."
- Luiz Carlos Merten , O Estado de São Paulo
18.2.2008
"Chegou a vez da obra-prima da diretora: Juízo, vencedor do Prêmio FIPRESCI deste ano em Leipzig... O plano é documental, o contraplano encenado, tudo encadeado de maneira indiferenciável num mesmo fluxo de "docuficção", o que constitui não apenas um padadoxo, mas - e é essa a grande sacada do filme - um recurso de linguagem que espelha de maneira brilhante a sociedade brasileira: o fluxo indiferenciável de plano e contraplano, inocência e culpa, sociedade civil e o cotidiano "heavy metal" das favelas cariocas. Fazer qualquer julgamento sobre o sistema judicial brasileiro – ou, talvez, sobre qualquer sistema judicial - a partir do que Juízo nos mostra, é algo muito difícil. Acontece que nesse caso nós não precisamos fazer o papel de juízes. Felizmente."
- Gabriele Barrera , FIPRESCI (Federation of Film Critics)